7ª Ed. Riscos e Fraudes Corporativos

O avanço da fraude corporativa no Brasil

Nenhuma empresa está imune à fraude, independente do porte ou ramo de atividade. Os ataques são frequentes e ocorrem em qualquer parte do mundo. Nos EUA, a perda por fraudes nas corporações está estimada em US$ 400 bilhões. As fraudes no Brasil afetam quase 70% das empresas.

As fraudes corporativas acontecem em diversas escalas e podem ir de desvios de dinheiro e produtos a espionagem e sabotagem industrial. Para evitar esses problemas, principalmente os originários no ambiente interno, é necessário aplicar estratégias de prevenção.

Impunidade e falta de controle beneficiam as ações. Mesmo que a fraude seja identificada, a sua caracterização e a investigação da extensão e origem é bem mais complexa. Quase todas as fraudes são praticadas pelos próprios funcionários e os responsáveis pela empresa são os últimos a saber.

Segundo o estudo global de crimes econômicos divulgada pela PwC, o levantamento com executivos que atuam no Brasil aponta que o índice de fraudes na área de compras supera a média mundial e de regiões com perfil semelhante. Entre os cinco primeiros crimes apontados no ranking, a fraude em aquisições corporativas foi apontada por 44% dos 132 entrevistados, à frente da taxa global (29%), latino-americana (27%) e de mercados emergentes (36%).

Diversas empresas de auditoria estudam as fraudes internas e as comprovam estatisticamente. Constatam as questões relacionadas à gestão da empresa, os atos fraudulentos e as medidas punitivas eventualmente tomadas para o combate desse crime.

Em pesquisa realizada pela KPMG no Brasil com cerca de 500 altos executivos de grandes empresas do país, apenas 21% dos respondentes afirmaram que sua empresa não participaria de um ato de corrupção. Outro dado importante da pesquisa é que 33% dos entrevistados afirmaram que sua empresa participou de um ato de corrupção nos últimos 15 meses.

Seguindo os resultados obtidos nos questionamentos sobre corrupção, 85% dos respondentes também acreditam que a sua organização poderia ser objeto de fraude. Além disso, 55% afirmam que sofreram fraude nos últimos 15 meses. Por isso, é essencial que as empresas instituam programas antifraude e anticorrupção para combater e minimizar os riscos gerados por estas condutas.

Fica claro, portanto, que é necessário agregar estratégias de controle para que a companhia tenha um resultado eficaz e possa, assim, evoluir ao longo de sua vida e atingir sua função social.

A Conferência FRAUDES E CRIMES CORPORATIVOS tem por objetivo propiciar aos participantes o conhecimento e a discussão dos principais tópicos que preocupam as Autoridades e os Executivos das Organizações Privadas, compreendendo:

  • Os Impactos Econômicos dos Custos das Fraudes e Crimes Corporativos.
  • A Legislação Brasileira e os Acordos de Cooperação Internacional.
  • A Modernização da Estrutura de Combate ao Crime Organizado.
  • A Ação do Ministério Público, da Polícia Federal, da Fazenda e do Judiciário.
  • O Crime Organizado no Mundo Corporativo, Perfil do Fraudador e das Fraudes.
  • Lavagem de Dinheiro, Fraudes Contábeis e Sonegação.
  • Falsificações, Roubos de Carga, Contrabando e Pirataria.
  • Crimes Digitais e Roubo de Informações.
  • A Responsabilidade Civil dos Administradores e da Pessoa Jurídica.
  • Planejamento e Gestão de Riscos Corporativos, Tecnologia e Seguros.
  • Objetivo

    Apresentar estratégias, técnicas e instrumentos de identificação, mensuração, tratamento dos riscos, bem como planos de ação. Demonstrar as principais fases de um projeto de implementação de Gestão de Riscos Corporativos - Enterprise Risk Management Orientar profissionais envolvidos em projetos de implantação. Como transformar riscos ameaçadores em boas oportunidades de negócios.

    Público Alvo

    Conferência tem como público alvo Dirigentes, Executivos e Profissionais-Seniores atuando:

    • Nas Concessionárias de Serviços Públicos.
    • Nas Empresas Intensivas em Recursos de Logística.
    • Nas Instituições Financeiras e Gestoras de Cartões.
    • Nas Seguradoras e Planos de Saúde.
    • Nas Organizações Intensivas em Serviços de Telecom e TI.
    • Nas Organizações Públicas Intensivas em Conectividade.
    • Nas Consultorias Jurídicas.
    • Nas Empresas de Auditoria, Contabilidade e Perícia.
    • Nas Grandes Empresas de Varejo.
    • Nas Prestadoras de Serviços Terceirizados
    • Nas Empresas Exportadoras e Importadoras.
    • No Judiciário.
    • No Ministério Público.
    • Nos Tribunais de Contas.
    • Nas Auditorias e Controladorias Públicas.
    • Nos Órgãos de Segurança Pública.
    • Nas Empresas de Segurança Privada e Gestão de Riscos.
    • Nas Fornecedoras de Hardware e Soluções de TI.

    Expobrand

    APOIO

    Canal de Ensino Abracom Abeprest

    REALIZAÇÃO